segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Democracia? Granda lata!

Só vejo uma maneira (mas aceito sugestões para outras) de acabar com o descalabro e com a palhaçada da política, deste paisinho (é tão fácil governar uns míseros 10 milhões de pessoas).
E  assim:
1 – Governos
Acabar com a palhaçada de, por definição, o primeiro ministro ser o nº 1 do clube politico partido político que ganha as eleições legislativas (pode ser um mentecapto, um  idiota, um mafioso, um pobre de espírito, um vigarista, um corrupto que, porque é o nº 1 do “clube” tem direito a ser o 1º ministro.
Para isso, basta  só,  criar um terceiro acto eleitoral (sem contar com as autárquicas)
Eleições directas dos governos.
    -   Os candidatos vão às urnas com a equipa ministerial já formada e com um programa registado em formulário criado especificamente para o efeito, mas sem obrigatoriedade de preenchimento-para candidatos sem programa)onde constará o que VÃO fazer e COMO VÃO fazer, bem como o que  NÂO VÃO fazer.
    -   Nas listas, só são aceites candidatos que nos últimos 5 anos não tenham sido filiados ou apoiantes descarados de qualquer  clube políticp ou artido político.
   -  Os componentes da equipa vencedora das eleições, ficam inibidos de se filarem em qualquer clube político ou partido político nos 5 anos seguintes ao termo das funções governativas governativas, para que foram eleitos.
-  O 1º ministro, os ministros e os secretários de estado, bem como os seus núcleos familiares, ficam inibidos de utilizar a saúde privada, ficando sujeitos a pesadas multas, em caso de prevaricação.
   -  Também ficam inibidos de inscrever os filhos em colégios e universidades privadas.
   -  Têm direito a utilização de automóvel do estado, mas de gama média e sem motorista.
   -  Ficam inibidos de,  nos 10 anos seguintes ao termo da actividade governamental, ingressarem em empresas do estado ou com participaºão do estado.
   - As entidades empregadoras membros eleitpopara o governo(dos que trabalhavam) ficam obrigadas a guardar os lugares que os eleitos ocupavam à data da eleiçao, até ao termo da actividade governamental.
   - No final do mandato, são confrontados com os compromissos assumidos no programa e com  o que realizaram.
    - Por cada falha e em função sa sua gravidade,  sofrerão uma penalização a definir em outro local.
2-Assembleia da República:
   -   Redução do nº de lugares, para metade.
   -  Pagamento de um vencimento =  5 vezes o ordenado mínimo nacional, sujeito aos descontos legais iguais aos de todos os outros trabalhadores.
   -  “despedimento” sem indemnização  ao fim de 5 faltas injustificadas ou 30 justificadas no período total do mandato.
   -  Ajudas de custo, sómente para os deputados que residam em permanência em local distante mais de 60 km. de Lisboa. 
   -  Viagens ao estrangeiro, exclusivamente em funções de estado de importância comprovada, em classe turística e com estadia em hoteis de 4 estrelas e com ajudas de custo diárias, não superiores a 10% do valor do ordenado mínimo nacional.
3-Eleições  legislativas
   - O número  de base para o apuramento das percentagens de votos dos clubes e partidos concorrentes, passa a ser O NÚMERO  TOTAL DE ELEITORES INSCRITOS.
(ex: eleitores inscritos: 4.000.000. Votos no clube ou partido A:  200.000. Percentagem: 5%)
   -  As abstenções, os votos nulos e os votos em branco, passam a ter direito a cadeiras vazias, no parlamento, nas respectivas percentagens.
   -  Nas votações do parlamento, as cadeiras vazias, referentes às abstenções, serão considerados votos A FAVÔR em todas as votaçõs.
   -  As cadeiras vazias, referentes aos votos anulados, serão consideradas votos CONTRA em todas as votações.
   - As cadeiras vazias, referentes aos votos em branco, serão consideradas ABSTENÇÕES em todas as votações.
   - Nenhuma lei pode ser validada, com menos de 60% dos votos a favôr.
  PRESIDENTE DA REPÚBLICA
 - Não são admitidos a eleição, indivíduos que nos últimos 5 anos tenham sido filiados ou declaradamente apoiantes de algum clube político ou partido político.
   -  Fica proibido de receber com honras de estado ou a título oficial, governantes de outros países, comprovadamente  gatunos, corruptos, criminosos e genocidas.

Não vejo outra maneira de nos vermos livres dos indivíduos que nos têm andado a governar e que se perfilam para vir a seguir(deixo os adjectivos para mim) e passarmos a ser governados por pessoas REALMEMTE DISPOSTAS A SERVIR A NAÇÃO, em vez de se auto-servirem e servirem os seus clubes,os seus amigos os seus familiares.
Luis Leiria de Lima.[1]